Cap - 23
"É melhor não gritar Blanco" - ele disse num falso tom de ameaça e riu.
" O que pensa que está fazendo?" - ela sibilou enquanto o via tirar as mãos de baixo de si trazendo junto o que restou de sua lingerie e a faca.
"Você cortou minha calcinha?"
Ele riu pelo nariz enquanto jogava os dois objetos na lixeira.
"Ela não me deixaria fazer o que pretendo".
Quando Lua pensou em protestar Arthur cobriu sua boca possessivamente, calou-a da maneira mais eficiente que conhecia e começou com sua vingança.
Deslizou a mão por dentro do cobertor outra vez, agora tinha a intimidade dela livre para si, mas não a tocou de imediato. Enquanto a boca se ocupava em calá-la, as mãos ocupavam-se de enlouquecê-la.
Ele passeou a mão pela coxa dela, a outra brincava com sua nuca. Lua gemeu.
"Arthur..."
Ela sussurrou dentro da boca dele e ele riu deslizando a língua para dentro da boca dela e roubando-lhe o pouco de sanidade que ainda tinha.
A Língua de Arthur era atrevida e imperiosa, dominava-a por completo enquanto explorava de seu gosto a sua alma. As mãos ainda brincavam por seu corpo e ela estava entregue, completamente entregue.
Apertou as pernas dela com possessividade e ela gemeu antes de protestar.
"Arthur pelo amor de Deus...Alguém vai nos ver..."
"Seremos discretos".
Foi só o que ele disse.
Arthur ajeitou-se mais no assento e deslizou a mão mais pra cima acariciando-a superficialmente onde mais queria. Sentiu Lua tremer com seu toque e seu corpo vibrou com uma sensação de poder.
A mão na nuca ainda amolecia sua resistência e a boca quente não a deixava pensar.
Delicadamente ele a forçou a abrir as pernas.
Ela gemeu tentando recusar, mas apenas conseguia seguir o ritmo marcado por ele.
"Isto é muito perigoso, Arthur".
"Sei que é".
"Não deveríamos estar fazendo isto" — insistiu Lua.
"Também não deveríamos ter feito no carro , mas foi maravilhoso e sei que não se arrepende.
"Mas isto é...Ah..."
Ele passeou a mão pela coxa dela, a outra brincava com sua nuca. Lua gemeu.
"Arthur..."
Ela sussurrou dentro da boca dele e ele riu deslizando a língua para dentro da boca dela e roubando-lhe o pouco de sanidade que ainda tinha.
A Língua de Arthur era atrevida e imperiosa, dominava-a por completo enquanto explorava de seu gosto a sua alma. As mãos ainda brincavam por seu corpo e ela estava entregue, completamente entregue.
Apertou as pernas dela com possessividade e ela gemeu antes de protestar.
"Arthur pelo amor de Deus...Alguém vai nos ver..."
"Seremos discretos".
Foi só o que ele disse.
Arthur ajeitou-se mais no assento e deslizou a mão mais pra cima acariciando-a superficialmente onde mais queria. Sentiu Lua tremer com seu toque e seu corpo vibrou com uma sensação de poder.
A mão na nuca ainda amolecia sua resistência e a boca quente não a deixava pensar.
Delicadamente ele a forçou a abrir as pernas.
Ela gemeu tentando recusar, mas apenas conseguia seguir o ritmo marcado por ele.
"Isto é muito perigoso, Arthur".
"Sei que é".
"Não deveríamos estar fazendo isto" — insistiu Lua.
"Também não deveríamos ter feito no carro , mas foi maravilhoso e sei que não se arrepende.
"Mas isto é...Ah..."
"Mas isto é...Ah..."
Ela perdeu a linha do raciocínio quando sentiu o dedo polegar de Arthur deslizar através da suave intimidade que se escondiam entre as pernas, imediatamente seus olhos se obscureceram de desejo.
Ela sentiu o corpo sacudir involuntariamente.
Ele a beijou mais intensamente enquanto afundava um dedo nela fazendo a arquear e quase entrar em colapso.
"Não vá gritar, escandalosinha".
Ela queria bater nele, mas no momento não podia fazer nada.
Ele continuou sua lenta tortura, acarinhando-a de maneira enlouquecedora, fazendo-a perder o rumo da sensatez. Sua visão ficou turva e teve que munir-se de todas as suas forças para poder sussurrar.
"OH, meu Deus".
Pareceu um incentivo, então com um rápido movimento deslizou o dedo mais a fundo. Ela retorceu-se.
"Você é linda, é tão sensual, estou louco por você Lua, quero fazer amor com você por horas seguidas, quero te manter cativa na minha cama para sempre".
Ela tremeu.
Lua desesperou-se e largou um gemido em sua garganta enquanto se afundava mais em seu assento, tremendo como se estivesse em convulsão.
Arthur deslizou um dedo mais pra dentro dela, excitando-a de tal modo que ela se perdeu num mar de fogo e sentiu-se arder por dentro.
Depositou pequenos círculos ao redor do seu clitóris e ela instintivamente começou a acompanhar o ritmo, rebolando no compasso que seus dedos ditavam.
Ele acelerou, ela foi junto com ele. Sentiu seu clímax próximo, e sabia que seria intenso, explosivo, mas não queria mais evitá-lo, não podia mais.
Justo neste instante voltou a aeromoça.
Lua retesou o corpo tensa, mas Arthur não parou. Ele simplesmente intensificou as caricias.
Ela perdeu a linha do raciocínio quando sentiu o dedo polegar de Arthur deslizar através da suave intimidade que se escondiam entre as pernas, imediatamente seus olhos se obscureceram de desejo.
Ela sentiu o corpo sacudir involuntariamente.
Ele a beijou mais intensamente enquanto afundava um dedo nela fazendo a arquear e quase entrar em colapso.
"Não vá gritar, escandalosinha".
Ela queria bater nele, mas no momento não podia fazer nada.
Ele continuou sua lenta tortura, acarinhando-a de maneira enlouquecedora, fazendo-a perder o rumo da sensatez. Sua visão ficou turva e teve que munir-se de todas as suas forças para poder sussurrar.
"OH, meu Deus".
Pareceu um incentivo, então com um rápido movimento deslizou o dedo mais a fundo. Ela retorceu-se.
"Você é linda, é tão sensual, estou louco por você Lua, quero fazer amor com você por horas seguidas, quero te manter cativa na minha cama para sempre".
Ela tremeu.
Lua desesperou-se e largou um gemido em sua garganta enquanto se afundava mais em seu assento, tremendo como se estivesse em convulsão.
Arthur deslizou um dedo mais pra dentro dela, excitando-a de tal modo que ela se perdeu num mar de fogo e sentiu-se arder por dentro.
Depositou pequenos círculos ao redor do seu clitóris e ela instintivamente começou a acompanhar o ritmo, rebolando no compasso que seus dedos ditavam.
Ele acelerou, ela foi junto com ele. Sentiu seu clímax próximo, e sabia que seria intenso, explosivo, mas não queria mais evitá-lo, não podia mais.
Justo neste instante voltou a aeromoça.
Lua retesou o corpo tensa, mas Arthur não parou. Ele simplesmente intensificou as caricias.
A mulher parou em frente a ele, não conseguira perceber nada pelo fato de Arthur ter se coberto junto com ela, mas Lua estava pálida feito cera.
Arthur era o oposto, sorriu luminosamente para a mulher.
"Deseja algo senhor?"
Perguntou mais uma vez insinuante, mas Lua nem pôde questioná-la ou fazer cenas de ciúmes, os dedos dele não permitiam que se movesse.
"Sim, uma água. E você amor? Quer algo?"
Lua encarou-o tensa, suada, ofegante, enraivecida.
Ele tornou a olhar a aeromoça e sorriu. Seus dedos afundaram-se com mais pressão nela e ela sufocou um gemido.
"Uma água para minha namorada também.
"Ela está bem?"
A mulher perguntou desconfiada.
Arthur mordeu os lábios tentando desesperadamente evitar uma gargalhada, mas os dedos ágeis não pararam um segundo de trabalhar dentro dela.
Lua estava muito tensa, o orgasmo iminente se aproximando, ela tentando com todas as forças controlar os gemidos, gritos, as reações do seu corpo e retardar o gozo inevitável.
Ele continuou, e quando seu polegar resvalou em seu clitóris em um ritmo intenso ela tremeu perceptivelmente. Ela ia gozar e não conseguiria evitar fazê-lo em frente a uma aeromoça muito preocupada com seu 'estado'.
Fechou os olhos em desespero quando uma nova tremedeira que precedeu seu clímax chegou.
"Você está tremendo senhorita, o que está sentindo?"
Perguntou a pobre mulher muito preocupada.
O que ela responderia?
Arthur era o oposto, sorriu luminosamente para a mulher.
"Deseja algo senhor?"
Perguntou mais uma vez insinuante, mas Lua nem pôde questioná-la ou fazer cenas de ciúmes, os dedos dele não permitiam que se movesse.
"Sim, uma água. E você amor? Quer algo?"
Lua encarou-o tensa, suada, ofegante, enraivecida.
Ele tornou a olhar a aeromoça e sorriu. Seus dedos afundaram-se com mais pressão nela e ela sufocou um gemido.
"Uma água para minha namorada também.
"Ela está bem?"
A mulher perguntou desconfiada.
Arthur mordeu os lábios tentando desesperadamente evitar uma gargalhada, mas os dedos ágeis não pararam um segundo de trabalhar dentro dela.
Lua estava muito tensa, o orgasmo iminente se aproximando, ela tentando com todas as forças controlar os gemidos, gritos, as reações do seu corpo e retardar o gozo inevitável.
Ele continuou, e quando seu polegar resvalou em seu clitóris em um ritmo intenso ela tremeu perceptivelmente. Ela ia gozar e não conseguiria evitar fazê-lo em frente a uma aeromoça muito preocupada com seu 'estado'.
Fechou os olhos em desespero quando uma nova tremedeira que precedeu seu clímax chegou.
"Você está tremendo senhorita, o que está sentindo?"
Perguntou a pobre mulher muito preocupada.
O que ela responderia?
Meu namorado pervertido esta me torturando sexualmente?
Não seria algo muito inteligente para se dizer.
Arthur apertou seu clitóris varias vezes, ela sofreu outro solavanco e sussurrando respondeu.
"Tenho...frio...".
A mulher no mesmo momento arregalou os olhos e correu em atendê-la.
"Não se preocupe senhorita, trarei um cobertor extra".
E depressa, se direcionou para uma cabine.
No momento em que a aeromoça deu as costas, Lua tentou juntar forças para afastar-se de Arthur, mas ele com um movimento ágil, pegou a mão livre e segurou seu rosto beijando-a de novo enquanto os dedos em baixo trabalhavam mais freneticamente.
Ela deixou escapar um gemido mais alto que foi abafado pelo beijo imperioso.
Ele a beijou com luxuria, varrendo tudo de sua mente, exceto o desejo e a sensação indescritível de prazer que seus toques e seus beijos lhe causavam.
Abandonou os lábios dela por instantes, encostando-os em seu ouvido enquanto sussurrava:
"Liberte-se agora...goze pra mim, me deixe te levar ao céu e te ver vibrar de prazer me deixe saber que posso te dar o céu".
Ela tremeu ainda mais.
"Vamos Lua... Liberte-se..."
Não seria algo muito inteligente para se dizer.
Arthur apertou seu clitóris varias vezes, ela sofreu outro solavanco e sussurrando respondeu.
"Tenho...frio...".
A mulher no mesmo momento arregalou os olhos e correu em atendê-la.
"Não se preocupe senhorita, trarei um cobertor extra".
E depressa, se direcionou para uma cabine.
No momento em que a aeromoça deu as costas, Lua tentou juntar forças para afastar-se de Arthur, mas ele com um movimento ágil, pegou a mão livre e segurou seu rosto beijando-a de novo enquanto os dedos em baixo trabalhavam mais freneticamente.
Ela deixou escapar um gemido mais alto que foi abafado pelo beijo imperioso.
Ele a beijou com luxuria, varrendo tudo de sua mente, exceto o desejo e a sensação indescritível de prazer que seus toques e seus beijos lhe causavam.
Abandonou os lábios dela por instantes, encostando-os em seu ouvido enquanto sussurrava:
"Liberte-se agora...goze pra mim, me deixe te levar ao céu e te ver vibrar de prazer me deixe saber que posso te dar o céu".
Ela tremeu ainda mais.
"Vamos Lua... Liberte-se..."
Ela sentiu o ventre inchar, seus músculos retesaram, ele agilizou ainda mais os movimentos e então de repente as pernas dela fecharam-se ao redor de sua mão, os quadris ganharam vida em movimentos frenéticos que corriam seguindo o ritmo dos dedos.
Então ela rendeu-se, queria aquilo e queria com loucura. Fechou os olhos e agarrou-o pelo pescoço, cravou as unhas em sua nuca.
Ele entendeu o momento. Colou a boca na dela e sufocou com isso seu mais longo e sensual gemido de prazer, um som que substituía qualquer palavra, um som que dizia claramente que ela havia alcançado o céu.
Lua prensou a mão dele entre as pernas e arqueou buscando o contato mais intimo possivel, buscando estender aquele orgasmo delicioso, sem duvida algum, um dos mais deliciosos que já havia sentido na vida.
Aos poucos seu corpo foi acalmando, a respiração voltando ao normal. Ele deixou a cabeça pender no ombro dele, exausta demais para brigar, retrucar ou exigir explicações. Satisfeita demais para se dar o trabalho de estragar o momento.
Lua deixou-se invadir pelo torpor pós clímax e relaxou completamente no ombro do namorado e só se deu conta da realidade novamente quando a aeromoça retornou com um outro cobertor.
Quando a mulher parou e chamou, Lua abriu os olhos e levantou o rosto e viu a expressão da mulher mudar para duvida.
Então ela rendeu-se, queria aquilo e queria com loucura. Fechou os olhos e agarrou-o pelo pescoço, cravou as unhas em sua nuca.
Ele entendeu o momento. Colou a boca na dela e sufocou com isso seu mais longo e sensual gemido de prazer, um som que substituía qualquer palavra, um som que dizia claramente que ela havia alcançado o céu.
Lua prensou a mão dele entre as pernas e arqueou buscando o contato mais intimo possivel, buscando estender aquele orgasmo delicioso, sem duvida algum, um dos mais deliciosos que já havia sentido na vida.
Aos poucos seu corpo foi acalmando, a respiração voltando ao normal. Ele deixou a cabeça pender no ombro dele, exausta demais para brigar, retrucar ou exigir explicações. Satisfeita demais para se dar o trabalho de estragar o momento.
Lua deixou-se invadir pelo torpor pós clímax e relaxou completamente no ombro do namorado e só se deu conta da realidade novamente quando a aeromoça retornou com um outro cobertor.
Quando a mulher parou e chamou, Lua abriu os olhos e levantou o rosto e viu a expressão da mulher mudar para duvida.
"Ainda está com frio senhorita? Me parece acalorada, está vermelha e suada."
Lua ficou ainda mais vermelha com a pergunta da mulher e teve ganas de matar Arthur por estar sorrindo tão descaradamente ao seu lado.
"Estou...eu..."
Ela tentou justificar, mas foi o ruivo em toda majestade de sua cara de pau que respondeu.
"Minha namorada tem problemas com altura, por isso as mudanças de sensações, ela está com calor agora, mas obrigado pela preocupação.
A Mulher sorriu, era fato que Arthur a encantava.
"Deveria ir até o banheiro senhorita, quem sabe se molhar o rosto e tomar uma água gelada não se sente melhor".
Lua ainda tremia um pouco internamente, mas conseguiu assentir e não soube diferenciar o desejo e a raiva que sentiu quando ouviu Arthur falar mais uma vez.
"Ah sim, tem razão senhorita. O banheiro é uma ótima opção".
Ficaram unidos, mesmo apos aplacarem a fúria do desejo que sentiam, ficaram colados, ofegantes...
Lua ficou ainda mais vermelha com a pergunta da mulher e teve ganas de matar Arthur por estar sorrindo tão descaradamente ao seu lado.
"Estou...eu..."
Ela tentou justificar, mas foi o ruivo em toda majestade de sua cara de pau que respondeu.
"Minha namorada tem problemas com altura, por isso as mudanças de sensações, ela está com calor agora, mas obrigado pela preocupação.
A Mulher sorriu, era fato que Arthur a encantava.
"Deveria ir até o banheiro senhorita, quem sabe se molhar o rosto e tomar uma água gelada não se sente melhor".
Lua ainda tremia um pouco internamente, mas conseguiu assentir e não soube diferenciar o desejo e a raiva que sentiu quando ouviu Arthur falar mais uma vez.
"Ah sim, tem razão senhorita. O banheiro é uma ótima opção".
Ficaram unidos, mesmo apos aplacarem a fúria do desejo que sentiam, ficaram colados, ofegantes...
Era cada vez mais viciante, mais explosivo e mais maravilhoso.
Quando finalmente recuperou os sentidos, Arthur olhou-a, o rosto suado, vermelho e satisfeito. Ele sorriu.
"Eu... - ele parou, quase disse eu te amo mas as palavras estancaram na garganta.
Ela o olhou, impossível não sorrir, mas seu corpo ainda estava anestesiado.
"Estou exausta" - ela disse arranacando um sorriso abafado dele.
Arthur afastou-se uns minutos, deixando-a apoiar-se na pia. vestiu as roupas, menos a camisa rasgada, depois delicadamente ajudou-a a se vestir.
"venha" - ele pegou-lhe a mão, tirou-a do banheiro e agarrou sua cintura.
Ambos estavam de uma maneira que denunciava o que tinham feito. Roupas e cabelos em desalinho, respiração ainda ofegante, rostos suados e sorrisos satisfeitos, havia a palavra SEXO estampada em suas testas, além dos gemidos altos.
Com certeza haviam ouvido, mas ele não se importava, certamente Lua iria se importar quando recuperasse a sanidade, mas agora ela não queria saber.
Levou-a para a poltrona de novo amparando-a nos braços, os olhos curiosos dos outros e os invejosos de Pedro acompanharam o trajeto.
Depois que a acomodou no assento ele sentou-se junto e a abraçou.
Ela virou-se sonolenta, e apoiou a cabeça nos ombros largos dele.
Arthur sentou-se meio de lado facilitando o abraço e fechou os olhos também.
"Eu vou matar você quando acordar Arthur" - ela disse aos sussurros.
Ele sorriu.
"Eu sei olhos lindos, eu sei".
Quando finalmente recuperou os sentidos, Arthur olhou-a, o rosto suado, vermelho e satisfeito. Ele sorriu.
"Eu... - ele parou, quase disse eu te amo mas as palavras estancaram na garganta.
Ela o olhou, impossível não sorrir, mas seu corpo ainda estava anestesiado.
"Estou exausta" - ela disse arranacando um sorriso abafado dele.
Arthur afastou-se uns minutos, deixando-a apoiar-se na pia. vestiu as roupas, menos a camisa rasgada, depois delicadamente ajudou-a a se vestir.
"venha" - ele pegou-lhe a mão, tirou-a do banheiro e agarrou sua cintura.
Ambos estavam de uma maneira que denunciava o que tinham feito. Roupas e cabelos em desalinho, respiração ainda ofegante, rostos suados e sorrisos satisfeitos, havia a palavra SEXO estampada em suas testas, além dos gemidos altos.
Com certeza haviam ouvido, mas ele não se importava, certamente Lua iria se importar quando recuperasse a sanidade, mas agora ela não queria saber.
Levou-a para a poltrona de novo amparando-a nos braços, os olhos curiosos dos outros e os invejosos de Pedro acompanharam o trajeto.
Depois que a acomodou no assento ele sentou-se junto e a abraçou.
Ela virou-se sonolenta, e apoiou a cabeça nos ombros largos dele.
Arthur sentou-se meio de lado facilitando o abraço e fechou os olhos também.
"Eu vou matar você quando acordar Arthur" - ela disse aos sussurros.
Ele sorriu.
"Eu sei olhos lindos, eu sei".
Lua dormiu até o pouso e quando chegaram não houve muito tempo para conversar com Arthur sobre o que houve no avião.
Tiveram que rumar imediatamente para a corte, parando apenas por 15 minutos no escritório dos Aguiars em Lisboa para que Os advogados pudessem se organizar.
Lua aproveitou para se recompor.
Durante o trajeto até o escritório Lua quase não falou com ele, fora fria em todas as respostas que lhe dera, ele não esperava menos que isto.
Arthur estava um pouco preocupado, sabia que Lua não aceitaria tão fácil a provocação do avião. Sabia que teria de contornar a situação, mas já sabia o que fazer. Ela poderia até estar fria e continuar com sua muralha de gelo durante a estadia em Lisboa, mas quando chegassem no hotel em Madeira, ele venceria sua resistência.
Já tinha tudo preparado para a grande noite, na verdade a idéia inicial seria posta em prática se este contratempo com Mica não houvesse ocorrido, mas ele não iria desistir, Arthur tinha muitos planos para Lua naquela ilha.
Faria com que ela se lembrasse de sua estadia para sempre.
As reuniões ocorreram sem qualquer transtorno, não houveram pausas ou muitos problemas, logo tudo estava resolvido e eles poderiam retornar.
Já estava muito tarde, todos estavam exaustos e apesar de Arthur querer muito voltar logo com ela para Madeira, seria melhor que se hospedassem em algum hotel para passar a noite e voltassem logo pela manhã.
Logo de inicio Lua ficou reticente em dividir um quarto com ele.
"Lu por favor"
Ele pediu baixo.
"Não vamos brigar aqui na frente de todos vamos?"
Ela o encarou friamente.
Tiveram que rumar imediatamente para a corte, parando apenas por 15 minutos no escritório dos Aguiars em Lisboa para que Os advogados pudessem se organizar.
Lua aproveitou para se recompor.
Durante o trajeto até o escritório Lua quase não falou com ele, fora fria em todas as respostas que lhe dera, ele não esperava menos que isto.
Arthur estava um pouco preocupado, sabia que Lua não aceitaria tão fácil a provocação do avião. Sabia que teria de contornar a situação, mas já sabia o que fazer. Ela poderia até estar fria e continuar com sua muralha de gelo durante a estadia em Lisboa, mas quando chegassem no hotel em Madeira, ele venceria sua resistência.
Já tinha tudo preparado para a grande noite, na verdade a idéia inicial seria posta em prática se este contratempo com Mica não houvesse ocorrido, mas ele não iria desistir, Arthur tinha muitos planos para Lua naquela ilha.
Faria com que ela se lembrasse de sua estadia para sempre.
As reuniões ocorreram sem qualquer transtorno, não houveram pausas ou muitos problemas, logo tudo estava resolvido e eles poderiam retornar.
Já estava muito tarde, todos estavam exaustos e apesar de Arthur querer muito voltar logo com ela para Madeira, seria melhor que se hospedassem em algum hotel para passar a noite e voltassem logo pela manhã.
Logo de inicio Lua ficou reticente em dividir um quarto com ele.
"Lu por favor"
Ele pediu baixo.
"Não vamos brigar aqui na frente de todos vamos?"
Ela o encarou friamente.
Ela o encarou friamente.
"Não dividirei um quarto com você Arthur Aguiar, não vou esquecer o que me fez naquele avião".
"E onde vai dormir?"
Ele perguntou.
"Alugaremos quartos separados".
Ela disse enfática.
"De jeito nenhum!"
Ele rebateu nervoso
"Não vou deixar você dormir sozinha para aquele sonso do Pedrita tentar te sondar".
"Isto é ridículo Arthur!"
"Isto é ridículo Arthur!"
"Ridículo ou não, não aceito isto".
"Eu tenho direito a decidir se quero ou não dormir com você".
Arthur ficou preocupado, afinal estava perdendo aquela batalha. Então ele aproximou-se de Lua calmamente e mesmo com resistência da parte dela ele a abraçou.
"Lua ouça... Sei que você está... Chateada... - ela o olhou feio - No mínimo - ele corrigiu. - Mas não acha que devemos resolver isto como adultos? Você vem comigo, a gente se hospeda juntos, assim ninguém precisa saber de nada e lá no quarto conversamos".
"Não dividirei um quarto com você Arthur Aguiar, não vou esquecer o que me fez naquele avião".
"E onde vai dormir?"
Ele perguntou.
"Alugaremos quartos separados".
Ela disse enfática.
"De jeito nenhum!"
Ele rebateu nervoso
"Não vou deixar você dormir sozinha para aquele sonso do Pedrita tentar te sondar".
"Isto é ridículo Arthur!"
"Isto é ridículo Arthur!"
"Ridículo ou não, não aceito isto".
"Eu tenho direito a decidir se quero ou não dormir com você".
Arthur ficou preocupado, afinal estava perdendo aquela batalha. Então ele aproximou-se de Lua calmamente e mesmo com resistência da parte dela ele a abraçou.
"Lua ouça... Sei que você está... Chateada... - ela o olhou feio - No mínimo - ele corrigiu. - Mas não acha que devemos resolver isto como adultos? Você vem comigo, a gente se hospeda juntos, assim ninguém precisa saber de nada e lá no quarto conversamos".
Cap - 24
"Se eu entrar naquele quarto com você, não me dará chances de conversar Arthur".
Ele sorriu.
"Prometo que não te toco até que tenha dito tudo o que quer".
Ela o olhou desconfiada.
"Promete?"
"Sim, prometo".
"Ok então".
“Longe demais, Arthur Aguiar!” - Ela sibilou no momento em que Arthur fechou a porta do quarto atrás de si. Estavam sozinhos, era seguro discutir agora - “Você foi longe demais dessa vez!”
“Que isso, Lu...” - Arthur tentou apaziguar, se aproximando.
“Não! Não se aproxime! Você prometeu!” - Arthur bufou, tomando distância. “Você não liga, não é?! Aliás, é bem pior que isso, você não faz idéia do que fez! Da proporção do problema que poderia ter causado, minha carreira, minha dignidade estava em jogo naquele avião, Arthur, não era só Pedro! Não era só o meu ex, eram meus companheiros de trabalho! Era uma viagem de trabalho! Toda a reputação que eu lutei tanto pra construir podia ter ruído assim!” - Ela estalou os dedos, Arthur se encolheu - “Será que isso não passou pela sua cabeça?”
Ele sorriu.
"Prometo que não te toco até que tenha dito tudo o que quer".
Ela o olhou desconfiada.
"Promete?"
"Sim, prometo".
"Ok então".
“Longe demais, Arthur Aguiar!” - Ela sibilou no momento em que Arthur fechou a porta do quarto atrás de si. Estavam sozinhos, era seguro discutir agora - “Você foi longe demais dessa vez!”
“Que isso, Lu...” - Arthur tentou apaziguar, se aproximando.
“Não! Não se aproxime! Você prometeu!” - Arthur bufou, tomando distância. “Você não liga, não é?! Aliás, é bem pior que isso, você não faz idéia do que fez! Da proporção do problema que poderia ter causado, minha carreira, minha dignidade estava em jogo naquele avião, Arthur, não era só Pedro! Não era só o meu ex, eram meus companheiros de trabalho! Era uma viagem de trabalho! Toda a reputação que eu lutei tanto pra construir podia ter ruído assim!” - Ela estalou os dedos, Arthur se encolheu - “Será que isso não passou pela sua cabeça?”
< font face = "comic sans ms"> Pra falar a verdade, não passara. Ele tinha alguma idéia de que ela ficaria brava por ser subjugada por ele assim, mas ele certamente não estava esperando uma explosão tão grande. Ele se recostou à penteadeira enquanto ela andava de um lado para o outro em cima do tapete.
"Mas, não! Pra você é tudo um jogo! Tudo um tipo de brincadeira! Você nem se importou como que poderia acontecer comigo, tudo o que lhe importava naquele momento era saciar seus desejos, suprir suas necessidades, não era?! Só sua vingança era importante, fui exposta ao ridículo, todos estão falando pelas minhas costas, com toda a certeza e tudo porque você é uma criança mimada que não sabe ouvir não como resposta! Você pensa que um relacionamento é só sexo, mas esta é uma lição que você tem que aprender, professor! Não é!"
"Mas, não! Pra você é tudo um jogo! Tudo um tipo de brincadeira! Você nem se importou como que poderia acontecer comigo, tudo o que lhe importava naquele momento era saciar seus desejos, suprir suas necessidades, não era?! Só sua vingança era importante, fui exposta ao ridículo, todos estão falando pelas minhas costas, com toda a certeza e tudo porque você é uma criança mimada que não sabe ouvir não como resposta! Você pensa que um relacionamento é só sexo, mas esta é uma lição que você tem que aprender, professor! Não é!"
"Lua..." - Ele tentou intervir, ela estava conseguindo controlar o volume de sua voz, mas não o nível de suas palavras, estava começando a se exaltar e ele não queria vê-la assim.
"É companheirismo, é cooperação e acima de tudo, respeito! E você não demonstrou respeito nenhum por mim! Nem por mim, nem para o que eu queria! Você me usou, simplesmente, como bem quis e não atinou para as possíveis conseqüências!"
"Olhos lindos..." - Arthur tentou outra abordagem, aproximando-se, mas ela estava incontrolável.
"Foi inapropriado, irresponsável e inaceitável, Arthur! Francamente!"
"Aceito tudo isso se você admitir também que foi incrível!" - Ele se aproximou outra vez, de supetão, fazendo Lua tropeçar na palavra e no caminhar apressado - "E que nunca sentiu tanto prazer em toda a sua vida. Admita!"
"É companheirismo, é cooperação e acima de tudo, respeito! E você não demonstrou respeito nenhum por mim! Nem por mim, nem para o que eu queria! Você me usou, simplesmente, como bem quis e não atinou para as possíveis conseqüências!"
"Olhos lindos..." - Arthur tentou outra abordagem, aproximando-se, mas ela estava incontrolável.
"Foi inapropriado, irresponsável e inaceitável, Arthur! Francamente!"
"Aceito tudo isso se você admitir também que foi incrível!" - Ele se aproximou outra vez, de supetão, fazendo Lua tropeçar na palavra e no caminhar apressado - "E que nunca sentiu tanto prazer em toda a sua vida. Admita!"
"E o que isso tem a ver?"
"Admita, Olhos lindos” - Ele deu outro passo em sua direção, sorrindo enviesada mente, Lua tentou recuar, mas se viu presa entre ele e a mobília do quarto - " Você só está brava porque achou que teria mais controle sobre si mesma"
"Você prometeu que não me tocaria..." - Ele se impôs contra ela, Lua vacilou.
"... Até que você dissesse tudo que tem em mente" - Arthur terminou por ela - "Realmente prometi. Mas, creio que você já disse tudo o que queria, não disse?”
"Não, não disse."
"E o que mais você tem pra me dizer, meu amor?"
Eles se encararam, novamente aquela pequena palavra pairava entre eles, Lua sentiu o coração aquecer, apertar e encolher. De repente, pegou-se desejando que ele tivesse sido dito com verdadeira sinceridade,
Arthur se viu refletindo porque aquelas quatro letrinhas viviam escapando de sua boca ultimamente e porque ele se sentia tão a vontade de chamá-la assim, na verdade, porque achava tão certo chamá-la assim.
"Que da próxima vez você encontre outro jeito de me despir, eu gostava daquela calcinha!"
Ele gargalhou, ele tinha que gargalhar. Aquela mulher era a coisa mais complicada que já lhe tinha atravessado a vida. Como podia estar tão furiosa em um segundo e tão atraente no outro? Bom ele não sabia, mas também pouco importava, naquele momento não havia nada que ele quisesse mais que não fosse Lua, sua Lua.
Ele se aproximou mais e a agarrou pela cintura.
"Tem muitas coisas que eu preciso aprender Olhos lindos, você tem toda razão quando diz que eu sou mimado e que raramente ouço um não, tem razão ao dizer que fui irresponsável e que não pensei na sua carreira - ele balançou a cabeça - Não eu realmente não pensei, tudo o que eu conseguia ver na minha frente era você. Que se danasse o Pedrita, que se danasse o avião, que se danasse o mundo".
Ela o olhava, tentando capturar com rapidez os significado de cada uma daquelas palavras.
"Admita, Olhos lindos” - Ele deu outro passo em sua direção, sorrindo enviesada mente, Lua tentou recuar, mas se viu presa entre ele e a mobília do quarto - " Você só está brava porque achou que teria mais controle sobre si mesma"
"Você prometeu que não me tocaria..." - Ele se impôs contra ela, Lua vacilou.
"... Até que você dissesse tudo que tem em mente" - Arthur terminou por ela - "Realmente prometi. Mas, creio que você já disse tudo o que queria, não disse?”
"Não, não disse."
"E o que mais você tem pra me dizer, meu amor?"
Eles se encararam, novamente aquela pequena palavra pairava entre eles, Lua sentiu o coração aquecer, apertar e encolher. De repente, pegou-se desejando que ele tivesse sido dito com verdadeira sinceridade,
Arthur se viu refletindo porque aquelas quatro letrinhas viviam escapando de sua boca ultimamente e porque ele se sentia tão a vontade de chamá-la assim, na verdade, porque achava tão certo chamá-la assim.
"Que da próxima vez você encontre outro jeito de me despir, eu gostava daquela calcinha!"
Ele gargalhou, ele tinha que gargalhar. Aquela mulher era a coisa mais complicada que já lhe tinha atravessado a vida. Como podia estar tão furiosa em um segundo e tão atraente no outro? Bom ele não sabia, mas também pouco importava, naquele momento não havia nada que ele quisesse mais que não fosse Lua, sua Lua.
Ele se aproximou mais e a agarrou pela cintura.
"Tem muitas coisas que eu preciso aprender Olhos lindos, você tem toda razão quando diz que eu sou mimado e que raramente ouço um não, tem razão ao dizer que fui irresponsável e que não pensei na sua carreira - ele balançou a cabeça - Não eu realmente não pensei, tudo o que eu conseguia ver na minha frente era você. Que se danasse o Pedrita, que se danasse o avião, que se danasse o mundo".
Ela o olhava, tentando capturar com rapidez os significado de cada uma daquelas palavras.
"Mas está errada quando diz que isto é um jogo. Não é, não pra mim. Nunca foi.”
Ele estava a centímetros do rosto dela e seu hálito estava conseguindo fazer as vezes de afrodisíaco. Estava terrivelmente excitada. Ele tinha este poder sobre ela, não importava em que situação se encontrassem, ele poderia apenas estalar os dedos e ela ficaria excitada.
Arthur encarou a mulher a sua frente. Há muito vinha pensando no fato de sentir-se tão diferente com ela. Sim, sempre se considerou um homem com um apetite sexual aguçado, mas não era a mesma coisa. Lua era um vicio. um vício que ele precisava saciar o tempo inteiro. Ela estava na sua cabeça 24 horas por dia e não tinha haver só com o desejo que sentia por ela. Tinha haver com o que ela havia dito antes. Carinho. Respeito.
Deus sabe que ele queria mais do que sexo com ela, queria cuidar dela, queria ouví-la quando ela precisasse, queria fazê-la sorrir. Tudo havia começado como um jogo, para os dois, mas ele havia se apaixonado por ela e daria tudo para que ela acabasse com aquela história idiota de contrato de dois meses e ficasse com ele para o resto da vida.
Ele estava a centímetros do rosto dela e seu hálito estava conseguindo fazer as vezes de afrodisíaco. Estava terrivelmente excitada. Ele tinha este poder sobre ela, não importava em que situação se encontrassem, ele poderia apenas estalar os dedos e ela ficaria excitada.
Arthur encarou a mulher a sua frente. Há muito vinha pensando no fato de sentir-se tão diferente com ela. Sim, sempre se considerou um homem com um apetite sexual aguçado, mas não era a mesma coisa. Lua era um vicio. um vício que ele precisava saciar o tempo inteiro. Ela estava na sua cabeça 24 horas por dia e não tinha haver só com o desejo que sentia por ela. Tinha haver com o que ela havia dito antes. Carinho. Respeito.
Deus sabe que ele queria mais do que sexo com ela, queria cuidar dela, queria ouví-la quando ela precisasse, queria fazê-la sorrir. Tudo havia começado como um jogo, para os dois, mas ele havia se apaixonado por ela e daria tudo para que ela acabasse com aquela história idiota de contrato de dois meses e ficasse com ele para o resto da vida.
Queria pedí-la em casamento e lhe dizer que desejava muitos filhos. Mas não o faria, pelo menos não agora. Ele não tinha certeza dos sentimentos de Lua, ela o desejava sim, mas desejo e amor não tem o mesmo significado.
Esperaria até que aquela história maluca se findasse naquele mês e então ele acabaria com aquela farsa, isto lhe daria tempo para descobrir mais sobre ela e também para preparar o que tinha em mente. Um coisa Arthur tinha certeza, ela não voltaria para a cama de Pedro.
" Você não faz...idéia, do poder que exerce sobre mim olhos lindos".
Ela sorriu.
Era doce ouvir aquilo dos lábios dele, fazia com que ela se sentisse poderosa.
Sentiu os dedos dele correrem por baixo da sua saia e agarrarem sua peça intima.
"Você gosta desta também?" - Perguntou maroto.
Ela riu.
"Você tem algum problema com as minhas calcinhas não tem?"
"Com certeza. - ele disse - Elas sempre estão no lugar errado e na hora errada".
Ele não demorou quase nada para removê-las.
Não precisava ser nenhuma sábia para compreender que Arthur estava no limite por ela. Lua buscava uma explicação para tanto desejo. Podiam fazer sexo várias e várias vezes seguidas e nunca estavam satisfeitos o suficiente.
Arthur a buscava com certo desespero, apesar de terem feito amor no avião a tão pouco tempo.
"Você não cansa Aguiar? - ela perguntou sarcástica.
Esperaria até que aquela história maluca se findasse naquele mês e então ele acabaria com aquela farsa, isto lhe daria tempo para descobrir mais sobre ela e também para preparar o que tinha em mente. Um coisa Arthur tinha certeza, ela não voltaria para a cama de Pedro.
" Você não faz...idéia, do poder que exerce sobre mim olhos lindos".
Ela sorriu.
Era doce ouvir aquilo dos lábios dele, fazia com que ela se sentisse poderosa.
Sentiu os dedos dele correrem por baixo da sua saia e agarrarem sua peça intima.
"Você gosta desta também?" - Perguntou maroto.
Ela riu.
"Você tem algum problema com as minhas calcinhas não tem?"
"Com certeza. - ele disse - Elas sempre estão no lugar errado e na hora errada".
Ele não demorou quase nada para removê-las.
Não precisava ser nenhuma sábia para compreender que Arthur estava no limite por ela. Lua buscava uma explicação para tanto desejo. Podiam fazer sexo várias e várias vezes seguidas e nunca estavam satisfeitos o suficiente.
Arthur a buscava com certo desespero, apesar de terem feito amor no avião a tão pouco tempo.
"Você não cansa Aguiar? - ela perguntou sarcástica.
"Nunca de você".
A resposta a arrepiou, não só pelas palavras, mas por que elas vieram sérias, verdadeiras.
Ele passou as mãos por seus ombros, puxando-a mais para si. As mãos dele pressionaram os ombros com mais força, enquanto a puxava para mais junto do corpo. ela gemeu.
Sem esperar muito, entendendo todos os sinais que ela lhe emitia, Arthur a beijou com sofreguidão, com impaciência e com paixão.
Suas mãos ávidas percorreram o corpo pequeno e delicado, buscando dela o máximo que pudesse sorver.
Ele a beijou repetidamente até senti-la completamente entregue e então sem aviso começou a arrancar suas roupas.
Não eram simplesmente tirá-las, era arrancá-las, no sentido literal da palavra. Rasgá-las, esfarrapá-las por completo.
Ela não disse uma palavra em protesto. Aquilo simplesmente mexia demais com sua libido e a deixava em estado de excitação pura.
O beijo já se iniciou selvagem. impaciente ele passou os braços com força em torno do corpo dela. Apertou-a mais e esmagou com os seus, os lábios dela.
Ela sentiu o ar se comprimir dentro dela, mas nada mais fazia sentido, e ela realmente queria que tudo se danasse.
Acabou a raiva, o moralismo e tudo o que vinha acompanhando seus sensos de correção. Tudo morreu ali, na boca dele.
A resposta a arrepiou, não só pelas palavras, mas por que elas vieram sérias, verdadeiras.
Ele passou as mãos por seus ombros, puxando-a mais para si. As mãos dele pressionaram os ombros com mais força, enquanto a puxava para mais junto do corpo. ela gemeu.
Sem esperar muito, entendendo todos os sinais que ela lhe emitia, Arthur a beijou com sofreguidão, com impaciência e com paixão.
Suas mãos ávidas percorreram o corpo pequeno e delicado, buscando dela o máximo que pudesse sorver.
Ele a beijou repetidamente até senti-la completamente entregue e então sem aviso começou a arrancar suas roupas.
Não eram simplesmente tirá-las, era arrancá-las, no sentido literal da palavra. Rasgá-las, esfarrapá-las por completo.
Ela não disse uma palavra em protesto. Aquilo simplesmente mexia demais com sua libido e a deixava em estado de excitação pura.
O beijo já se iniciou selvagem. impaciente ele passou os braços com força em torno do corpo dela. Apertou-a mais e esmagou com os seus, os lábios dela.
Ela sentiu o ar se comprimir dentro dela, mas nada mais fazia sentido, e ela realmente queria que tudo se danasse.
Acabou a raiva, o moralismo e tudo o que vinha acompanhando seus sensos de correção. Tudo morreu ali, na boca dele.
Acabou a raiva, o moralismo e tudo o que vinha acompanhando seus sensos de correção. Tudo morreu ali, na boca dele.
Logo os dois estavam nus. ele a fez abrir as pernas na intenção tocá-la intimamente.
Ela arqueou com o contato e ele sorriu abertamente quando constatou que ela estava muito molhada. Seus dedos escorregaram para dentro repetidas e rápidas vezes, já que a paciência não parecia ser uma característica de nenhum dos dois naquele exato momento.
“Arthur Não — começou ela a murmurar - Arthur... não... Por favor".
As palavras saíram quebradas, sem nexo. Ele a encarou aturdido, mas sem parar e viu a sombra que nublava seus olhos. A boca aberta, o ar falho.
"Arthur... Não...pára.”
Ela finalmente conseguiu juntar as palavras certas e formar uma frase condizente, ele quase gargalhou, mas não era o melhor momento. Ele se forçou a ir cada vez mais rápido. Sua própria resistência estava se esgotando.
Os lábios se juntaram sofregamente e ela rodeou o pescoço dele com as duas mãos buscando apoio, enquanto continuava a sentir os dedos dele escorregando dentro de si com avidez.
Ele gemeu e ele a tocou mais fundo.
Ele a beijou mais forte e ela recebeu com avidez a língua dele em sua boca, ofereceu a dela com o mesmo entusiasmo demonstrando que tinha uma fome quase tão selvagem e incontrolável quanto a dele, convidando-o com gestos a continuar.
"Oh, Deus não. - murmurou ela, quando seu ventre endureceram e tremeu e ela soube que estava a ponto de explodir. - Não assim".
Com uma urgencia acima do comum, ela o obrigou a se deter. Arthur a olhou com curiosidade, mas ela apenas pegou seu pulso e afastou sua mão.
"Não quero assim... - Disse ofegante - Quero você dentro de mim. Agora!"
Logo os dois estavam nus. ele a fez abrir as pernas na intenção tocá-la intimamente.
Ela arqueou com o contato e ele sorriu abertamente quando constatou que ela estava muito molhada. Seus dedos escorregaram para dentro repetidas e rápidas vezes, já que a paciência não parecia ser uma característica de nenhum dos dois naquele exato momento.
“Arthur Não — começou ela a murmurar - Arthur... não... Por favor".
As palavras saíram quebradas, sem nexo. Ele a encarou aturdido, mas sem parar e viu a sombra que nublava seus olhos. A boca aberta, o ar falho.
"Arthur... Não...pára.”
Ela finalmente conseguiu juntar as palavras certas e formar uma frase condizente, ele quase gargalhou, mas não era o melhor momento. Ele se forçou a ir cada vez mais rápido. Sua própria resistência estava se esgotando.
Os lábios se juntaram sofregamente e ela rodeou o pescoço dele com as duas mãos buscando apoio, enquanto continuava a sentir os dedos dele escorregando dentro de si com avidez.
Ele gemeu e ele a tocou mais fundo.
Ele a beijou mais forte e ela recebeu com avidez a língua dele em sua boca, ofereceu a dela com o mesmo entusiasmo demonstrando que tinha uma fome quase tão selvagem e incontrolável quanto a dele, convidando-o com gestos a continuar.
"Oh, Deus não. - murmurou ela, quando seu ventre endureceram e tremeu e ela soube que estava a ponto de explodir. - Não assim".
Com uma urgencia acima do comum, ela o obrigou a se deter. Arthur a olhou com curiosidade, mas ela apenas pegou seu pulso e afastou sua mão.
"Não quero assim... - Disse ofegante - Quero você dentro de mim. Agora!"
"Seu pedido... Uma ordem...minha rainha" - ele disse entrecortado.
Logo ele estava dentro dela, e ela o sentiu preenchendo cada espaço, cada célula sua.
Fechou os olhos com um suspiro de rendição.
Quase enlouqueceu ao sentir aquelas pernas longas e lindas não enroladas em torno do seu quadril e ela não demonstrava tanta urgência que desafiava sua resistência.
Sentiu Lua enfiando as unhas em suas nádegas e aquilo o levou ao limite.
"Arthur... Venha pra mim...Agora venha com força e depressa".
Ela definitivamente queria abusar de seu poder de controle. Ele só conseguiu murmurar uma ou duas palavras que não acordaram entre si e acelerou os movimentos. Se ela o que ela desejava assim, era o que teria.
Os movimentos se intensificaram.
"Meu Deus — gemeu ela quando atingiram o clímax, gemendo juntos, com espasmos violentos.
Suas costas se arquearam, assim como as dela. Em seguida, apertou-a fortemente contra o corpo, enquanto atingia o céu como nunca antes.
Ele retirou as pernas dela de sua cintura com um suspiro que revelava toda sua exaustão, então caiu mole para o lado.
Logo ele estava dentro dela, e ela o sentiu preenchendo cada espaço, cada célula sua.
Fechou os olhos com um suspiro de rendição.
Quase enlouqueceu ao sentir aquelas pernas longas e lindas não enroladas em torno do seu quadril e ela não demonstrava tanta urgência que desafiava sua resistência.
Sentiu Lua enfiando as unhas em suas nádegas e aquilo o levou ao limite.
"Arthur... Venha pra mim...Agora venha com força e depressa".
Ela definitivamente queria abusar de seu poder de controle. Ele só conseguiu murmurar uma ou duas palavras que não acordaram entre si e acelerou os movimentos. Se ela o que ela desejava assim, era o que teria.
Os movimentos se intensificaram.
"Meu Deus — gemeu ela quando atingiram o clímax, gemendo juntos, com espasmos violentos.
Suas costas se arquearam, assim como as dela. Em seguida, apertou-a fortemente contra o corpo, enquanto atingia o céu como nunca antes.
Ele retirou as pernas dela de sua cintura com um suspiro que revelava toda sua exaustão, então caiu mole para o lado.
Olhou para o teto, respirando fundo e pausadamente, tentando recuperar o controle do ar. Pelo menos na sua respiração ele tinha que ter o controle.
"Uau"
Foi tudo o que ela disse e ele sorriu. Era exatamente assim que se sentia.
Arthur puxou-a para si com o pouco de força que lhe restava e ela foi sem qualquer protesto, a briga de antes completamente esquecida.
"Arthur..." - ela começou, mas ele pôs um dedo em seus lábios.
"Shhh...Não fala nada, apenas sinta". - ele disse num sussurro e ela obedeceu. Fechou os olhos e deixou-se levar, pelos sentimentos maravilhosos que agora explodiam dentro dela, em conseqüência desta fantástica noite de amor
Madeira era sem duvida impressionante, magnífica e única.
A semana já havia passado quase toda e Lua a aproveitou intensamente.
Descobriu cada lugar daquela ilha paradisíaca, divertiu-se com cada uma das peculiaridades do King Aguiar e fez amor com Arthur todas as noites e manhãs daquela estadia.
O processo corria facilmente, pouco se precisava dela e por isso, o tempo para namorarem era bem maior.
Arthur também estava exultante com a semana passada ao lado da loira. Nunca havia sentido-se tão feliz e cada vez mais a certeza de que queria estar com ela para sempre crescia dentro dele.
Iria pedí-la em casamento no momento certo, se ela pensasse muito iria beijá-la até que seu cérebro entrasse em curto e ela não conseguisse dizer qualquer coisa além de "sim" e então teria aquela mulher maravilhosa e intensa em sua cama para sempre.
"Uau"
Foi tudo o que ela disse e ele sorriu. Era exatamente assim que se sentia.
Arthur puxou-a para si com o pouco de força que lhe restava e ela foi sem qualquer protesto, a briga de antes completamente esquecida.
"Arthur..." - ela começou, mas ele pôs um dedo em seus lábios.
"Shhh...Não fala nada, apenas sinta". - ele disse num sussurro e ela obedeceu. Fechou os olhos e deixou-se levar, pelos sentimentos maravilhosos que agora explodiam dentro dela, em conseqüência desta fantástica noite de amor
Madeira era sem duvida impressionante, magnífica e única.
A semana já havia passado quase toda e Lua a aproveitou intensamente.
Descobriu cada lugar daquela ilha paradisíaca, divertiu-se com cada uma das peculiaridades do King Aguiar e fez amor com Arthur todas as noites e manhãs daquela estadia.
O processo corria facilmente, pouco se precisava dela e por isso, o tempo para namorarem era bem maior.
Arthur também estava exultante com a semana passada ao lado da loira. Nunca havia sentido-se tão feliz e cada vez mais a certeza de que queria estar com ela para sempre crescia dentro dele.
Iria pedí-la em casamento no momento certo, se ela pensasse muito iria beijá-la até que seu cérebro entrasse em curto e ela não conseguisse dizer qualquer coisa além de "sim" e então teria aquela mulher maravilhosa e intensa em sua cama para sempre.
Cap - 25
Foi com esta certeza que Arthur comprou na joalheria do Resort um solitário de diamantes lidíssimo para ela. Guardaria consigo esperando pelo momento exato de pedir sua mão.
Um momento só deles, onde não tivesse Pedrita, processos e nem problemas.
Ele sorriu ao imaginá-la de noiva. De branco, subindo no altar do St. Patrick. Ah sim, ela não merecia menos que isto.
E a lua de mel? Bom, ele faria a lua de mel ser inesquecível. Faria amor com ela três, quatro vezes todos os dias, sabia que podia amá-la 24 horas e nunca se cansaria.
Arthur foi desperto de seus pensamentos quando sentiu a mão fina e delicada de Lua em seu ombro. Virou-se para ela com o maior dos sorrisos.
Ela lhe sorriu também e ia falar algo, mas ele não permitiu, simplesmente agarrou-a e apertou contra si durante alguns segundos antes de arrebatá-la num beijo excepcional.
Ela correspondeu na hora, atando-se a ele como se fossem duas peças de encaixe perfeito.
"Deveria se trocar, a sessão começa em meia hora" - ela disse sorrindo entre o beijo.
Um momento só deles, onde não tivesse Pedrita, processos e nem problemas.
Ele sorriu ao imaginá-la de noiva. De branco, subindo no altar do St. Patrick. Ah sim, ela não merecia menos que isto.
E a lua de mel? Bom, ele faria a lua de mel ser inesquecível. Faria amor com ela três, quatro vezes todos os dias, sabia que podia amá-la 24 horas e nunca se cansaria.
Arthur foi desperto de seus pensamentos quando sentiu a mão fina e delicada de Lua em seu ombro. Virou-se para ela com o maior dos sorrisos.
Ela lhe sorriu também e ia falar algo, mas ele não permitiu, simplesmente agarrou-a e apertou contra si durante alguns segundos antes de arrebatá-la num beijo excepcional.
Ela correspondeu na hora, atando-se a ele como se fossem duas peças de encaixe perfeito.
"Deveria se trocar, a sessão começa em meia hora" - ela disse sorrindo entre o beijo.
ele sorriu.
"O cinema é há alguns metros daqui, não se preocupe.
As mãos ágeis e bobas de Arthur já passeavam em torno do corpo esguio dela procurando uma brecha nas roupas para invadir.
"Não Arthur..."
Ela disse quase sucumbindo, mas não queria mesmo perder o filme, queria fazer este passeio ao lado dele. Sabia que podia parecer idiotice, mas gostava de sonhar com fantasias românticas e fingir de vez em quando que Arthur era mesmo seu namorado.
Tomando forças nisso ela se afastou.
"O cinema é há alguns metros daqui, não se preocupe.
As mãos ágeis e bobas de Arthur já passeavam em torno do corpo esguio dela procurando uma brecha nas roupas para invadir.
"Não Arthur..."
Ela disse quase sucumbindo, mas não queria mesmo perder o filme, queria fazer este passeio ao lado dele. Sabia que podia parecer idiotice, mas gostava de sonhar com fantasias românticas e fingir de vez em quando que Arthur era mesmo seu namorado.
Tomando forças nisso ela se afastou.
Tomando forças nisso ela se afastou.
"Pode parar seu moreno folgado e libertino, vamos para o cinema já".
Ele arqueou a sobrancelha.
"Você fica ainda mais gostosa quando está assim mandona".
Ela sorriu corada e mostrou a língua.
"E você gosta quando eu sou libertino".
Ele sussurrou na orelha dela quando enlaçou sua cintura e saia com ela do quarto do hotel.
Ele sussurrou na orelha dela quando enlaçou sua cintura e saia com ela do quarto do hotel.
Ela riu pelo nariz.
"Gosto mesmo".
A noite foi mais que agradável, mais para Lua que para Arthur.
Podia parecer loucura, mas ouvi-la dizer ao saírem do hotel que gostava quando ele fosse libertino assaltou seus sentimentos e o fez arder de desejo.
Agora estavam ali, no cinema que nem estava tão escuro assim, devido ao filme ter muitas explosões e luzes fortes.
Lua olhava atentamente a tela, onde passava mais um das dezenas ou centenas do gênero, que falam sobre o armaggedon.
Arthur se remexia, inquieto pelo desejo evidente, que por mais que ele tentasse se concentrar, não sumia, bastava olhar para Lua e ele se sentia em chamas.
Foi numa determinada cena onde apareceu um casal que fora tragado pelos desastres naturais enquanto dormiam abraçados que veio a gota dágua para ele.
"Pode parar seu moreno folgado e libertino, vamos para o cinema já".
Ele arqueou a sobrancelha.
"Você fica ainda mais gostosa quando está assim mandona".
Ela sorriu corada e mostrou a língua.
"E você gosta quando eu sou libertino".
Ele sussurrou na orelha dela quando enlaçou sua cintura e saia com ela do quarto do hotel.
Ele sussurrou na orelha dela quando enlaçou sua cintura e saia com ela do quarto do hotel.
Ela riu pelo nariz.
"Gosto mesmo".
A noite foi mais que agradável, mais para Lua que para Arthur.
Podia parecer loucura, mas ouvi-la dizer ao saírem do hotel que gostava quando ele fosse libertino assaltou seus sentimentos e o fez arder de desejo.
Agora estavam ali, no cinema que nem estava tão escuro assim, devido ao filme ter muitas explosões e luzes fortes.
Lua olhava atentamente a tela, onde passava mais um das dezenas ou centenas do gênero, que falam sobre o armaggedon.
Arthur se remexia, inquieto pelo desejo evidente, que por mais que ele tentasse se concentrar, não sumia, bastava olhar para Lua e ele se sentia em chamas.
Foi numa determinada cena onde apareceu um casal que fora tragado pelos desastres naturais enquanto dormiam abraçados que veio a gota dágua para ele.
Lua virou se sussurrou no seu ouvido, como se o quisesse torturar.
"Eu morreria feliz, se morresse fazendo amor com você".
Pronto, aquilo acabou com toda e qualquer resistência que ele impunha em não agarrá-la ali.
Arthur enfiou a mão em seus cachos loiros bem feitos e virou seu rosto para si.
"Juro que te compro este DVD"
Em seguida a beijou com uma força revigoradora.
Lua sentiu amolecer quando a língua dele a invadiu daquela forma e em segundos pegou fogo junto com ele.
"Sinto muito, sinto muito mesmo - ele sussurrou - Queria agüentar até chegarmos ao hotel, mas não posso".
"Arthur..."
"Vou sair primeiro Lua, siga até os banheiros em alguns minutos e pelo amor de Deus, não demore".
Ele não esperou que ela respondesse, simplesmente beijou-a, levantou e saiu.
Lua sentiu queimar como um vulcão ao ouví-lo dizer aquilo, o que Arthur estava pretendendo? Transar com ela em um cinema? Ok Ok, era o cinema do irmão dele, mas isso não justificava...E então ela percebeu que pouco importava que justificasse ou não. Levantou como uma bala e saiu por entre as fileiras rumando para os banheiros. As pernas bambas e trôpegas, a respiração ofegante além dos limites do normal.
Ela mal passara da porta de proteção dos banheiros quando o sentiu agarrar sua cintura com força, quase desespero. Não reclamou, não podia. Apenas enlaçou o pescoço dele com as mãos e o beijou avidamente.
"Eu morreria feliz, se morresse fazendo amor com você".
Pronto, aquilo acabou com toda e qualquer resistência que ele impunha em não agarrá-la ali.
Arthur enfiou a mão em seus cachos loiros bem feitos e virou seu rosto para si.
"Juro que te compro este DVD"
Em seguida a beijou com uma força revigoradora.
Lua sentiu amolecer quando a língua dele a invadiu daquela forma e em segundos pegou fogo junto com ele.
"Sinto muito, sinto muito mesmo - ele sussurrou - Queria agüentar até chegarmos ao hotel, mas não posso".
"Arthur..."
"Vou sair primeiro Lua, siga até os banheiros em alguns minutos e pelo amor de Deus, não demore".
Ele não esperou que ela respondesse, simplesmente beijou-a, levantou e saiu.
Lua sentiu queimar como um vulcão ao ouví-lo dizer aquilo, o que Arthur estava pretendendo? Transar com ela em um cinema? Ok Ok, era o cinema do irmão dele, mas isso não justificava...E então ela percebeu que pouco importava que justificasse ou não. Levantou como uma bala e saiu por entre as fileiras rumando para os banheiros. As pernas bambas e trôpegas, a respiração ofegante além dos limites do normal.
Ela mal passara da porta de proteção dos banheiros quando o sentiu agarrar sua cintura com força, quase desespero. Não reclamou, não podia. Apenas enlaçou o pescoço dele com as mãos e o beijou avidamente.
Sentia-se como uma adolescente cheia de hormônios mal resolvidos e sabia que Arthur devia se sentira da mesma forma, mas ali, debaixo da boca deliciosa que a atormentava maravilhosamente, ela queria mais que as conjecturas fossem ao inferno.
Sentiu-se ser recostada a parede de maneira brusca e ardeu. Ficou confusa com as reações do próprio corpo, pois nunca se imaginara ser tão masoquista, nunca imaginou que a dor pudesse lhe dar tesão
“Não podemos fazer isto aqui Arthur...”
Ela disse quase num sussurro louco.
“Não podemos e nem vamos – ele respondeu – Não aqui”
Sem mais palavras, ele a arrastou para uma porta. Era um escritório, provavelmente usado por Micael. Viu Arthur trancar a porta cm rapidez e avançar para ela.
A pressa era recíproca.
Mal ele encostou nela e ela sentiu as mãos dele por toda a parte, mãos grandes, quentes, experientes.
Alguns segundos e ele já a havia despido quase por completo.
Também não restavam muitas roupas no corpo de Arthur para que ele pudesse reclamar vantagem. Lua lhe imitava os movimentos, deixando que suas mãos contornassem todos os músculos bem definidos do corpo dele, arrancando gemidos roucos e altos.
Sentiu-se ser recostada a parede de maneira brusca e ardeu. Ficou confusa com as reações do próprio corpo, pois nunca se imaginara ser tão masoquista, nunca imaginou que a dor pudesse lhe dar tesão
“Não podemos fazer isto aqui Arthur...”
Ela disse quase num sussurro louco.
“Não podemos e nem vamos – ele respondeu – Não aqui”
Sem mais palavras, ele a arrastou para uma porta. Era um escritório, provavelmente usado por Micael. Viu Arthur trancar a porta cm rapidez e avançar para ela.
A pressa era recíproca.
Mal ele encostou nela e ela sentiu as mãos dele por toda a parte, mãos grandes, quentes, experientes.
Alguns segundos e ele já a havia despido quase por completo.
Também não restavam muitas roupas no corpo de Arthur para que ele pudesse reclamar vantagem. Lua lhe imitava os movimentos, deixando que suas mãos contornassem todos os músculos bem definidos do corpo dele, arrancando gemidos roucos e altos.
Ele a amava, ela o amava, não conseguiam se declarar e por isso não conseguiam chegar a um consenso sobre a magnitude daquelas sensações, não era só sexo, não era só luxuria, por isso era tão intenso, só faltava que descobrissem.
A Lua só restava a peça intima inferior, o resto já havia sido devidamente arrancado, Arthur já não era coberto por absolutamente nada.
Ela o afastou com as duas mãos e parou para observá-lo. Era lindo, magnífico.
O brilho dos olhos dela era tão perigoso quanto sedutor, o que fez Arthur grunhir como um animal e puxá-la para si de novo.
Estendeu Lua sem qualquer cuidado sobre o imenso sofá do escritório e levou as mãos a calcinha dela, forçando o elástico.
Ela segurou a mão dele e com um ar zombeteiro indagou:
“Por que você simplesmente não pode retirá-la agora?”
Ele sorriu.
“Por que eu gosto de arrebentá-las e sei que você também gosta”
Com mais um grunhido ele rasgou o pano fino.
Ele tentou, ele realmente tentou acariciá-la, beijou seus seios por alguns segundos, mas não agüentou mais que isso. Ultimamente vinha sendo assim, um desejo desesperado, intenso e desmedido, que em vez de ser aplacado pelas intermináveis horas de amor que compartilhavam, apenas aumentavam mais e mais.
Lua não o ajudava muito ronronando daquela forma, apertando-o daquela forma, arranhando-o e pedindo avidamente por mais.
Ele mergulhou sobre ela e ela o recebeu com as pernas enlaçadas ao redor de sua cintura. Em instantes, ele estava em seu interior quente, movimentando-se como um louco, leus lábios avermelhando a pele branca dela, seus dentes arranhando a pele macia.
A Lua só restava a peça intima inferior, o resto já havia sido devidamente arrancado, Arthur já não era coberto por absolutamente nada.
Ela o afastou com as duas mãos e parou para observá-lo. Era lindo, magnífico.
O brilho dos olhos dela era tão perigoso quanto sedutor, o que fez Arthur grunhir como um animal e puxá-la para si de novo.
Estendeu Lua sem qualquer cuidado sobre o imenso sofá do escritório e levou as mãos a calcinha dela, forçando o elástico.
Ela segurou a mão dele e com um ar zombeteiro indagou:
“Por que você simplesmente não pode retirá-la agora?”
Ele sorriu.
“Por que eu gosto de arrebentá-las e sei que você também gosta”
Com mais um grunhido ele rasgou o pano fino.
Ele tentou, ele realmente tentou acariciá-la, beijou seus seios por alguns segundos, mas não agüentou mais que isso. Ultimamente vinha sendo assim, um desejo desesperado, intenso e desmedido, que em vez de ser aplacado pelas intermináveis horas de amor que compartilhavam, apenas aumentavam mais e mais.
Lua não o ajudava muito ronronando daquela forma, apertando-o daquela forma, arranhando-o e pedindo avidamente por mais.
Ele mergulhou sobre ela e ela o recebeu com as pernas enlaçadas ao redor de sua cintura. Em instantes, ele estava em seu interior quente, movimentando-se como um louco, leus lábios avermelhando a pele branca dela, seus dentes arranhando a pele macia.
Lua também estava fora de si. Arqueou para recebê-lo mais forte.
Nenhum dos dois falou qualquer coisa, nada absolutamente nada. Não havia nada além do som dos gemidos abafados e roucos, do roçar das peles suadas.
Ela sentiu a tensão tão familiar no ventre e retesou, recebendo mais dele, mais do que podia suportar.
As sensações então entraram em harmonia, quando ambos cegaram e ensurdeceram para o resto do mundo, apertaram-se mutuamente e se entregaram a um clímax poderoso ao mesmo tempo.
Foi tão intenso que durou longos minutos, ambos gemeram alto e continuaram se movimentando enquanto sentiam as delicias do ponto mais alto do prazer se alastrando e volta deles.
Lua achou que estava derretendo, pois todos os seus músculos relaxaram quase que instantaneamente.
Longos minutos depois, ele rolou para o chão, ela veio em seguida.
“Lua...Eu...”
Ela entendia o que ele queria dizer.
“Também não sei explicar Arthur, também não sei, mas é fantástico não é?”
Ele apenas sorriu.
“Não preciso de explicações”. – ela disse aninhando-se aos braços dele.
Arthur fechou os olhos, tentando recuperar o ar. Teriam que sair dali em alguns minutos, mas ela, ele tinha certeza, não sairia mais de sua vida. Não mesmo.
Como tudo o mais que é bom, a estadia em Madeira também encontrou seu fim.
Lua não podia dizer que não havia aproveitado bastante a viagem, mas ela certamente escolheria ficar um pouco mais no local se pudesse.
Nenhum dos dois falou qualquer coisa, nada absolutamente nada. Não havia nada além do som dos gemidos abafados e roucos, do roçar das peles suadas.
Ela sentiu a tensão tão familiar no ventre e retesou, recebendo mais dele, mais do que podia suportar.
As sensações então entraram em harmonia, quando ambos cegaram e ensurdeceram para o resto do mundo, apertaram-se mutuamente e se entregaram a um clímax poderoso ao mesmo tempo.
Foi tão intenso que durou longos minutos, ambos gemeram alto e continuaram se movimentando enquanto sentiam as delicias do ponto mais alto do prazer se alastrando e volta deles.
Lua achou que estava derretendo, pois todos os seus músculos relaxaram quase que instantaneamente.
Longos minutos depois, ele rolou para o chão, ela veio em seguida.
“Lua...Eu...”
Ela entendia o que ele queria dizer.
“Também não sei explicar Arthur, também não sei, mas é fantástico não é?”
Ele apenas sorriu.
“Não preciso de explicações”. – ela disse aninhando-se aos braços dele.
Arthur fechou os olhos, tentando recuperar o ar. Teriam que sair dali em alguns minutos, mas ela, ele tinha certeza, não sairia mais de sua vida. Não mesmo.
Como tudo o mais que é bom, a estadia em Madeira também encontrou seu fim.
Lua não podia dizer que não havia aproveitado bastante a viagem, mas ela certamente escolheria ficar um pouco mais no local se pudesse.
No último dia de hospedagem, Arthur e ela fizeram amor por tantas vezes e de tantas formas diferentes que durante o vôo foi até possível manter o moreno em seu lugar, embora ele fosse muito persistente e muito bem sucedido na arte de manipular as sensações e os sentimentos das pessoas.
Fora o que fizera com ela, concluiu Lua, depois de se despedir dele, antes de subir para seu apartamento. Ele a manipulava, a controlava de certa forma que ela perdia toda a razão, a vontade própria e a moral.
Assustou-se ao perceber que não se importava de perder nada disso se fosse o preço para ter Arthur ao seu lado.
Não só por dois meses, não só durante essa ridícula proposta de vingança. Mas, para sempre.
Desde que haviam voltado para casa, desembarcado do avião, para se dizer com mais precisão, ainda não haviam se desgrudado, Arthur estava todo cheio de cuidados, de carinhos e gracejos e ela se sentia no céu com isso, como se fossem realmente namorados, perdidamente apaixonados um pelo outro.
Ela só tinha duas certezas, a primeira era que ela sentia isso tudo por ele e a segunda era que ele não a correspondia da mesma forma.
Como poderia? Como ele poderia amar de forma tão intensa alguém como ela?
Ao pé do edifício onde morava, Arthur lhe dera uma triste notícia.
"É uma viagem rápida, apenas três dias. Vou a negócios" Ele lhe balbuciava, como se não quisesse tocar no assunto. "Volto correndo para os seus braços, olhos lindos"
Mas, a verdade era que Arthur precisava se ausentar três dias para preparar uma surpresa para ela, onde, enfim, pediria sua mão em casamento.
Fora o que fizera com ela, concluiu Lua, depois de se despedir dele, antes de subir para seu apartamento. Ele a manipulava, a controlava de certa forma que ela perdia toda a razão, a vontade própria e a moral.
Assustou-se ao perceber que não se importava de perder nada disso se fosse o preço para ter Arthur ao seu lado.
Não só por dois meses, não só durante essa ridícula proposta de vingança. Mas, para sempre.
Desde que haviam voltado para casa, desembarcado do avião, para se dizer com mais precisão, ainda não haviam se desgrudado, Arthur estava todo cheio de cuidados, de carinhos e gracejos e ela se sentia no céu com isso, como se fossem realmente namorados, perdidamente apaixonados um pelo outro.
Ela só tinha duas certezas, a primeira era que ela sentia isso tudo por ele e a segunda era que ele não a correspondia da mesma forma.
Como poderia? Como ele poderia amar de forma tão intensa alguém como ela?
Ao pé do edifício onde morava, Arthur lhe dera uma triste notícia.
"É uma viagem rápida, apenas três dias. Vou a negócios" Ele lhe balbuciava, como se não quisesse tocar no assunto. "Volto correndo para os seus braços, olhos lindos"
Mas, a verdade era que Arthur precisava se ausentar três dias para preparar uma surpresa para ela, onde, enfim, pediria sua mão em casamento.
“É uma mentira do bem” Ele dizia para si mesmo, rindo por dentro “Vai valer a pena, loira! Espere só!”
E os três dias se passaram e Lua sentia-se cada vez mais sufocada, mais angustiada e absurdamente desejosa. Queria Arthur com ela, precisava de Arthur com ela e não suportava mais a idéia de viver com ele, nem sequer conseguia cogitar essa possibilidade.
No dia marcado para o retorno dele, Lua acordara cedo, fora trabalhar antes do horário e ficara o dia inteiro desatenta, aérea, olhando o relógio de instante em instante.
Ao final do expediente praticamente saiu correndo do edifício do trabalho, gaguejando um cumprimento rápido à secretária e à Pedro que passava em frente à sala dela bem na hora.
Lembrava-se do que Arthur dissera: “Pode me esperar em casa no terceiro dia, meu porteiro te deixará entrar”
De fato, o porteiro já a conhecia e sorriu para ela como se já a estivesse esperando.
Entrou apressada ao apartamento dele, inspirando o ar com força, o lugar estava carregado com a fragrância dele e Lua percebeu com um sorriso de satisfação, que também havia um pouco de si mesma naquele pequeno lar.
"Vou preparar sua comida favorita" Disse empolgada para as paredes e seguiu para a cozinha.
Ascendeu o fogo e colocou uma panela com água e óleo para esquentar e começar a fazer o macarrão quando o telefone começou a tocar uma, duas, três vezes.
Insegura e alarmada, Lua demorou-se no dilema entre ficar de olho nas panelas do jantar surpresa de Arthur ou atender ao telefone que, afinal, podia ser importante, podia até mesmo ser ele! Sabendo que ela já estaria ali.
E os três dias se passaram e Lua sentia-se cada vez mais sufocada, mais angustiada e absurdamente desejosa. Queria Arthur com ela, precisava de Arthur com ela e não suportava mais a idéia de viver com ele, nem sequer conseguia cogitar essa possibilidade.
No dia marcado para o retorno dele, Lua acordara cedo, fora trabalhar antes do horário e ficara o dia inteiro desatenta, aérea, olhando o relógio de instante em instante.
Ao final do expediente praticamente saiu correndo do edifício do trabalho, gaguejando um cumprimento rápido à secretária e à Pedro que passava em frente à sala dela bem na hora.
Lembrava-se do que Arthur dissera: “Pode me esperar em casa no terceiro dia, meu porteiro te deixará entrar”
De fato, o porteiro já a conhecia e sorriu para ela como se já a estivesse esperando.
Entrou apressada ao apartamento dele, inspirando o ar com força, o lugar estava carregado com a fragrância dele e Lua percebeu com um sorriso de satisfação, que também havia um pouco de si mesma naquele pequeno lar.
"Vou preparar sua comida favorita" Disse empolgada para as paredes e seguiu para a cozinha.
Ascendeu o fogo e colocou uma panela com água e óleo para esquentar e começar a fazer o macarrão quando o telefone começou a tocar uma, duas, três vezes.
Insegura e alarmada, Lua demorou-se no dilema entre ficar de olho nas panelas do jantar surpresa de Arthur ou atender ao telefone que, afinal, podia ser importante, podia até mesmo ser ele! Sabendo que ela já estaria ali.
Com esse pensamento, não se conteve e correu para a sala, quando chegou ao cômodo a mensagem da secretária eletrônica de Arthur já estava no final.
"...Logo após o bip."
Lua hesitou e estendeu a mão ao telefone, até que ouviu o começo da mensagem e estarreceu.
"Oi Arthur, aqui é a Ray, Rayana Carvalho, você não se esqueceu de mim, não é?Bom, eu acho que não, afinal você repetiu tanto esse nome ontem, não foi moreno? Foi tão inexplicável pra você quanto foi pra mim? De qualquer forma, estou ligando para agradecer pelas maravilhosas horas de prazer que compartilhamos ontem, amor. E que seu apelido carinhoso ainda está me fazendo rir que nem boba. Nunca ninguém havia me chamado de olhos lindos, acredita nisso? Me liga quando chegar em casa, tá? Estou morrendo de saudade, beijinhos da sua deusa."
A linha caiu e Lua foi junto com ela.
Desabou, simplesmente deixou-se afundar no sofá, com o rosto entre as mãos, os olhos cheios de lágrimas, ultrajada, usada, suja e...Ordinária, Lua sentia-se terrivelmente comum, obsoleta.
Nesse exato momento, Arthur entra pela porta do apartamento, descontraído, seus olhos a encontram, sentada no sofá, mas ele parece não perceber o estado de espírito dela.
"Olhos lindos!" Arthur exclamou, sorrindo.
Foi a gota que fez a água do balde de Lua transbordar.
Lua levantou do sofá, trêmula de raiva, de frustração, de humilhação. Só então Arthur percebeu que havia algo errado.
"...Logo após o bip."
Lua hesitou e estendeu a mão ao telefone, até que ouviu o começo da mensagem e estarreceu.
"Oi Arthur, aqui é a Ray, Rayana Carvalho, você não se esqueceu de mim, não é?Bom, eu acho que não, afinal você repetiu tanto esse nome ontem, não foi moreno? Foi tão inexplicável pra você quanto foi pra mim? De qualquer forma, estou ligando para agradecer pelas maravilhosas horas de prazer que compartilhamos ontem, amor. E que seu apelido carinhoso ainda está me fazendo rir que nem boba. Nunca ninguém havia me chamado de olhos lindos, acredita nisso? Me liga quando chegar em casa, tá? Estou morrendo de saudade, beijinhos da sua deusa."
A linha caiu e Lua foi junto com ela.
Desabou, simplesmente deixou-se afundar no sofá, com o rosto entre as mãos, os olhos cheios de lágrimas, ultrajada, usada, suja e...Ordinária, Lua sentia-se terrivelmente comum, obsoleta.
Nesse exato momento, Arthur entra pela porta do apartamento, descontraído, seus olhos a encontram, sentada no sofá, mas ele parece não perceber o estado de espírito dela.
"Olhos lindos!" Arthur exclamou, sorrindo.
Foi a gota que fez a água do balde de Lua transbordar.
Lua levantou do sofá, trêmula de raiva, de frustração, de humilhação. Só então Arthur percebeu que havia algo errado.










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