Cap - 20
Lua arregalou os olhos e ia dar uma resposta, mas Arthur adiantou-se.
"Ah não Pedro. Não recorrerei aos únicos métodos que você conhece para prender uma mulher, tenho maneiras mais sutis e muito mais...eficientes... de fazê-la ficar lá. Garanto a você, ela não vai querer sair. Agora se me dão licença, estou em lua de mel, e ela está começando agora".
Sem dar chances de réplica, Arthur agarrou Lua pela cintura e a levou para o Jato com um sorriso no rosto de vitória.
Ilha da madeira era o que se podia chamar de um pedaço do paraíso na terra. Havia um 'que' de campos Elísios das histórias mitológicas, era sem duvida um lugar digno de deuses.
Foi assim que Lua sentiu-se assim que pisou em solo Português.
"Ah não Pedro. Não recorrerei aos únicos métodos que você conhece para prender uma mulher, tenho maneiras mais sutis e muito mais...eficientes... de fazê-la ficar lá. Garanto a você, ela não vai querer sair. Agora se me dão licença, estou em lua de mel, e ela está começando agora".
Sem dar chances de réplica, Arthur agarrou Lua pela cintura e a levou para o Jato com um sorriso no rosto de vitória.
Ilha da madeira era o que se podia chamar de um pedaço do paraíso na terra. Havia um 'que' de campos Elísios das histórias mitológicas, era sem duvida um lugar digno de deuses.
Foi assim que Lua sentiu-se assim que pisou em solo Português.
Uma deusa, mas não era apenas pela beleza e perfeição do lugar, era em si por todo o conjunto, formado por uma ilha paradisíaca e Arthur Aguiar, nada no mundo poderia ser mais excitante e mágico que aquilo.
Pedro ainda tentou aproximar-se de Lua usando uma desculpa esfarrapada sobre algo burocrático que seria apresentado na segunda feira, mas não conseguiu.
No momento em que ouviu o seu nome ser chamado, Lua fez menção de virar-se e responder o chamado, mas Arthur arrebatou sua boca num beijo exigente e possessivo, um beijo que fez com ela esquecesse tudo ao seu redor, um beijo que intimidou Pedro ao ponto de estancá-lo no lugar, um beijo que revelava o que quanto ambos se queriam e onde Arthur dizia claramente que não permitiria que ninguém se impusesse entre eles.
Quando sentiu os lábios dele largando os seus Lua tremeu, primeiro pela sensação de abandono que sofria sempre que isto acontecia, depois por ver o sorriso zombador na face dele ao encarar Pedro.
Ela comprimiu o cenho.
"Está mesmo me usando de bola, neste seu jogo de pingue pong com o Pedro?"
em vez de se fechar o sorriso dele se alargou mais.
Pedro ainda tentou aproximar-se de Lua usando uma desculpa esfarrapada sobre algo burocrático que seria apresentado na segunda feira, mas não conseguiu.
No momento em que ouviu o seu nome ser chamado, Lua fez menção de virar-se e responder o chamado, mas Arthur arrebatou sua boca num beijo exigente e possessivo, um beijo que fez com ela esquecesse tudo ao seu redor, um beijo que intimidou Pedro ao ponto de estancá-lo no lugar, um beijo que revelava o que quanto ambos se queriam e onde Arthur dizia claramente que não permitiria que ninguém se impusesse entre eles.
Quando sentiu os lábios dele largando os seus Lua tremeu, primeiro pela sensação de abandono que sofria sempre que isto acontecia, depois por ver o sorriso zombador na face dele ao encarar Pedro.
Ela comprimiu o cenho.
"Está mesmo me usando de bola, neste seu jogo de pingue pong com o Pedro?"
em vez de se fechar o sorriso dele se alargou mais.
"Bola? Nunca olhos de lindos. Eu jamais lançaria você em direção a ele, mesmo que fosse rebatendo".
Ela ficou ainda mais carrancuda.
"Lua, me desculpe, acho que este é um dos meus defeitos - ele disse com os lábios colados ao ouvido dela o que lhe causou tremores - Sou possessivo, amor.
Ela ficou ainda mais carrancuda.
"Lua, me desculpe, acho que este é um dos meus defeitos - ele disse com os lábios colados ao ouvido dela o que lhe causou tremores - Sou possessivo, amor.
Lua tremeu mais uma vez, ele a chamara de amor de novo. Seus olhos umedeceram, como ela gostaria que houvesse sentimento na palavra.
"Mesmo assim Arthur, não acho correto agir assim".
"Também não acho correto ficar quieto enquanto ele te come com os olhos, mas estou aqui não estou?"
"NÃO sabia que era machista".
"Eu também não sabia. - ele disse parecendo serio - Até você aparecer. Tudo o que eu sei agora é que eu te quero muito, e quero só pra mim".
Os calafrios aumentaram.
"Mesmo assim Arthur, não acho correto agir assim".
"Também não acho correto ficar quieto enquanto ele te come com os olhos, mas estou aqui não estou?"
"NÃO sabia que era machista".
"Eu também não sabia. - ele disse parecendo serio - Até você aparecer. Tudo o que eu sei agora é que eu te quero muito, e quero só pra mim".
Os calafrios aumentaram.
"Esquece este idiota e se concentra em mim - ele mordiscou o lábio inferior dela fazendo com que sua raiva passasse instantaneamente - Concentre-se no momento. estamos aqui, você e eu, neste lugar fantástico, eu reservei a suíte principal par nós. Vou fazer estragos em você hoje e a noite".
Ela não conseguiu deixar de sorrir.
"Vai me estragar?"
"AH vou, vou sim. Você deve se preparar psicologicamente Lua, pois hoje a noite ou você fica satisfeita ou traumatizada".
Ela gargalhou.
"Sabe Arthur, sua modéstia me assusta.
Ela não conseguiu deixar de sorrir.
"Vai me estragar?"
"AH vou, vou sim. Você deve se preparar psicologicamente Lua, pois hoje a noite ou você fica satisfeita ou traumatizada".
Ela gargalhou.
"Sabe Arthur, sua modéstia me assusta.
"E sua boca me enlouquece. - ele a beijou de novo, quente e sofregamente - Me diz que está tão ansiosa quanto eu pra chegar naquele quarto".
Ela sorriu com a boca ainda colada a dele.
"Onde está o carro?"
Ele lhe devolveu o sorriso e pegou sua mão guiando-a para um Audi preto estacionado no meio fio.
"Sua carruagem minha rainha" - ele disse lhe fazendo uma reverencia e abrindo a porta do carro. Ela entrou sorrindo.
Ela sorriu com a boca ainda colada a dele.
"Onde está o carro?"
Ele lhe devolveu o sorriso e pegou sua mão guiando-a para um Audi preto estacionado no meio fio.
"Sua carruagem minha rainha" - ele disse lhe fazendo uma reverencia e abrindo a porta do carro. Ela entrou sorrindo.
"A propósito Lua, você gosta de chocolate suponho".
Ela confirmou.
"Sim, gosto".
"Qual tipo?"
"Todo tipo. Prefiro branco, mas amo chocolate de toda forma".
Ele sorriu, um sorriso carregado de malicia e promessas.
Ela confirmou.
"Sim, gosto".
"Qual tipo?"
"Todo tipo. Prefiro branco, mas amo chocolate de toda forma".
Ele sorriu, um sorriso carregado de malicia e promessas.
"Bom saber".
E assim arrancou o carro deixando um Pedro esquecido e possesso para trás.
O King Aguiar Hotel era na verdade um conglomerado charmosíssimo de chalés 5 estrelas. o mais incrível era o formato da construção, lembrava mesmo uma taba indígena, os chalés eram dispostos em um enorme circulo e no centro ficava um centro de comercio, com lojas próprias de roupas, restaurante, bar, boate e um centro de lazer com quadra e salão de jogos, além de piscinas e uma boate de Striptease.
Ficava localizado na praia alagoa, num ambiente espetacular com uma vista incrível do mar e a distancia entre os chalés e a praia era mínima.
A suíte principal era um lugar fantástico, parecia um chalé de contos de fadas, não tinha ares sedutores como era de costume uma suíte destinada a casais, principalmente recém casados, que era o foco principal daquele lugar, mas sim um ar romântico, mágico.
E assim arrancou o carro deixando um Pedro esquecido e possesso para trás.
O King Aguiar Hotel era na verdade um conglomerado charmosíssimo de chalés 5 estrelas. o mais incrível era o formato da construção, lembrava mesmo uma taba indígena, os chalés eram dispostos em um enorme circulo e no centro ficava um centro de comercio, com lojas próprias de roupas, restaurante, bar, boate e um centro de lazer com quadra e salão de jogos, além de piscinas e uma boate de Striptease.
Ficava localizado na praia alagoa, num ambiente espetacular com uma vista incrível do mar e a distancia entre os chalés e a praia era mínima.
A suíte principal era um lugar fantástico, parecia um chalé de contos de fadas, não tinha ares sedutores como era de costume uma suíte destinada a casais, principalmente recém casados, que era o foco principal daquele lugar, mas sim um ar romântico, mágico.
Lua não saberia explicar por que Arthur escolhera aquele chalé, mas estava encantada.
"Gostou?"
Ele perguntou quando envolveu sua cintura e amparou o queixo em seu ombro fazendo-a sentir o sopro da sua voz no ouvido e estremecer.
"É perfeito".
ela disse boba.
"Vai ficar mais perfeito ainda".
Ele falou e sem cerimônias virou-a para si, e a beijou avidamente.
"Gostou?"
Ele perguntou quando envolveu sua cintura e amparou o queixo em seu ombro fazendo-a sentir o sopro da sua voz no ouvido e estremecer.
"É perfeito".
ela disse boba.
"Vai ficar mais perfeito ainda".
Ele falou e sem cerimônias virou-a para si, e a beijou avidamente.
"Sei que fizemos amor pela manhã, mas estou louco de desejo por você".
Ela correspondeu ao beijo, enterrando os dedos e as unhas bem feitas em seus cabelos.
"É recíproco".
Respondeu ofegante.
Ele segurou seu rosto de maneira que só ele sabia mesclar possessividade com delicadeza, ela sentiu os dedos ásperos em sua nuca, por baixo de suas orelhas, o beijo ávido e intenso roubando seu fôlego enquanto ele a empurrava para trás em direção a cama.
Ela correspondeu ao beijo, enterrando os dedos e as unhas bem feitas em seus cabelos.
"É recíproco".
Respondeu ofegante.
Ele segurou seu rosto de maneira que só ele sabia mesclar possessividade com delicadeza, ela sentiu os dedos ásperos em sua nuca, por baixo de suas orelhas, o beijo ávido e intenso roubando seu fôlego enquanto ele a empurrava para trás em direção a cama.
Cap - 21
Havia urgência, muita urgência em chegar lá.
No caminho, os mesmos dedos que eriçaram sua pele na nuca, desceram deslizando pelo corpo, roçando a lateral dos seios, fazendo-a arquear e seus mamilos enrijecerem sob o toque. As mesmas mãos buscaram a barra da camiseta, enquanto as dela foram ao foco principal, o zíper.
Na adrenalina e ansiedade que precedia o ato do amor, acabaram esquecendo que nadavam e acabaram tombando na cama, ela por baixo dele.
A queda apenas favoreceu a intimidade, com um gesto preciso ele insinuou o joelho por entre suas coxas separando as pernas dela forçando um contato mais intimo, tão mais intimo que a fez sibilar seu nome.
Aquilo só serviu para aumentar seu frenesi, com impaciência, deixou de tentar tirar sua camiseta amigavelmente e a rasgou, ela gemeu mais alto com o susto mas aquilo excitou-a ainda mais.
Estavam tão perdidos um no outro que mal puderam acreditar quando ouviram um celular tocar.
"Arthur..."
Ela alertou entro beijo.
"Hum".
Ele respondeu sem parar de beijar.
"Arthur... O celular" - ela disse apesar de não querer desgrudar dele.
"Deixa tocar". - ele disse com urgência.
Deixaram, por algum tempo tentaram esquecer que aquele aparelhinho irritante estava tocando desesperadamente, mas não dava, a insistência era grande demais.
"Arthur, deve ser importante..."
"Nada, olhos lindos, nada é mais importante que estar com você, nada é mais importante do que ser seu e te fazer minha, esqueça o resto".
Era quase impossível não esquecer, principalmente quando ele pedia daquele jeito, com aquele olhar, com a boca tão próxima a dela, com as mãos sobre ela.
Mas o telefone continuara tocando, repetidamente até que ele não aguentou mais.
"Droga! Vou quebrar esta porcaria".
Ela se assustou a principio. Desde que começaram a sair só vira Arthur nervoso uma vez e foi quando falou sobre as ofensas de Pedro, mas agora ele estava irado. Porém o susto foi inicial apenas, pois rapidamente tornou-se diversão ao vê-lo em plena ereção, com uma face de menino abandonado e desesperado.
"Não ria de mim, isso não é engraçado".
Ele tentou soar sério mas a careta que ele fez apenas a incentivou a gargalhar.
Arthur pegou o telefone contrariado e atendeu sem nem mesmo ver quem estava ligando;
"Alô".
Ele ficou em silencio por alguns minutos, com um semblante sério, que se fechava cada vez mais.
"Tem certeza Mica?"
Lua franziu o cenho olhando-o e estranhando o fato de Micael ter ligado, afinal tinham se falado a menos de meia hora.
"Você tem certeza que não podemos deixar isto para amanhã?"
Lua viu Arthur fazer uma careta de desagrado e concordar com raiva com alguma coisa que seu irmão lhe dizia no telefone.
Arthur fechou o aparelho com um pouco de violência e jogou em cima da bancada.
Virou-se para Lua e ela percebeu que ele tentava se controlar.
"O que houve Arthur?"
Ele a olhou, havia algo de sofrimento em seu olhar.
"Micael está com problemas. Jhon Saint, o cara que o está acusando de plágio conseguiu um mandado para impedir que ele abra o King Aguiar até o fim do julgamento.
" Que coisa terrível".
"Ele precisa que viajemos até Lisboa para tentar reverter isto".
"Sim, precisaremos recorrer".
"O problema é que ele quer que viajemos hoje, na verdade ele nos espera em meia hora no aeroporto".
Lua arregalou os olhos.
"Hoje? Agora?"
"Sim, amanhã à noite tinha algo especial, um tipo de evento que fazem todos os anos aqui em King Aguiar, e a maioria das reservas foi feita para este dia em especial. Se não conseguir autorização para abrir o complexo amanhã ele perderá muito dinheiro".
"Isso é horrivel Arthur... Mas tudo bem, creio que o jato possa nos levar até Lisboa em pouco tempo".
"Este é outro problema Lua, Mica precisou do Jato, teremos de ir em vôo comercial".
Lua suspirou derrotada. Parecia que a super noite acabara.
"Temos que ir Arthur, não podemos deixar seu irmão perder tanto dinheiro".
Arthur deu um muxoxo engraçado e ela quase gargalhou com a atitude infantil dele, teria gargalhado se ela mesma não estivesse tão frustrada e excitada quanto ele.
"Vamos nos trocar, precisamos ir logo". - ela disse quando ele chutou o pé da cama.
Quando Lua passou por ele em direção ao banheiro, ele a agarrou pela cintura e beijou seu pescoço, fazendo menção de ir com ela para o banheiro, mas ela o parou.
"Nem pensar, se você entra neste banheiro, seu irmão vai a falência"
Arthur deu outro muxoxo, mas mesmo a contra gosto deixou-a ir sozinha.
Chegaram ao aeroporto a tempo e o avião decolaria em poucos minutos, Micael parecia nervoso, andava de um lado para o outro com o semblante fechado, Arthur nunca o tinha visto assim. Era realmente sério.
Aproximaram-se do balcão de embarque e encontraram a equipe de defesa reunida. O humor de Arthur piorou quando viu o sorriso satisfeito de Pedro, que parecia estar adivinhando o quanto aquela viagem abalara seus planos.
"Lua... - ele disse com um sorriso triunfante - Vejo que veio nos ajudar. Será que agora poderíamos nos reunir e..."
"Não, ela não pode. Lua está aqui para supervisionar portanto no momento ela não está trabalhando - Disse Arthur com toda grosseria que podia - O caso é seu, trate de honrar seu nome como advogado em vez de se apoiar no talento dela."
"Opa, calma ai cara...EU nem estou falando com você"
Ele disse de queixo erguido, mas Arthur sabia que toda essa marra era pelo fato de sentir-se protegido no meio de tanta gente.
"Mas eu estou falando com você, e estou dizendo que ela não está aqui para te servir de suporte, se não se garante sozinho se retire do cargo".
Cap - 22
"Arthur, o que é isso?"
Lua chamou sua atenção, não estava defendendo Pedro, mas não gostava que falassem por ela.
Ele a olhou, sabia que ela deveria estar muito chateada.
"Me desculpe" - ele quase sibilou.
Ela o encarou por alguns segundo antes de virar-se para Pedro.
"Não irei interferir no caso Pedro, eles podem acusar conflito de interesses, já que sou namorada do Arthur, vou me ater em supervisionar o caso apenas".
Lua chamou sua atenção, não estava defendendo Pedro, mas não gostava que falassem por ela.
Ele a olhou, sabia que ela deveria estar muito chateada.
"Me desculpe" - ele quase sibilou.
Ela o encarou por alguns segundo antes de virar-se para Pedro.
"Não irei interferir no caso Pedro, eles podem acusar conflito de interesses, já que sou namorada do Arthur, vou me ater em supervisionar o caso apenas".
"Não irei interferir no caso Pedro, eles podem acusar conflito de interesses, já que sou namorada do Arthur, vou me ater em supervisionar o caso apenas".
Ela foi fria e direta.
"Não sabia que ele mandava em você. Que coisa patética Lua".
Ele falou na intenção de machucá-la. Arthur deu um passo a frente, mas ela segurou sua mão intervindo.
"O que é patético Pedro é que você continue com este joguinho idiota. Não tenho culpa se o poder de persuasão do Arthur funciona e o seu não, agora se me der licença, vou fazer meu check in.
Pedro estreitou os olhos.
Lua passou por Micael em direção ao Check in e os outros a seguiram, quando Pedro fez menção de andar sentiu uma mão forte agarrar sua camisa e puxá-lo. Ele olhou Arthur assustado.
"Ei...O que..."
"Escuta aqui, sua Pedrita infeliz, não canta vitória antes do tempo. Não vou cair neste seu jogo idiota, não vai conseguir me afastar dela".
Pedro estreitou o maxilar.
"Lua não gosta de ser controlada".
Arthur então riu sarcasticamente.
"Ah gosta. De uma forma retórica, mas gosta sim. - Pedro entendeu perfeitamente que ele se referia a intimidade - O problema é que você era uma péssima torre de controle".
Então Arthur soltou-o e seguiu atrás dela
O avião era enorme no ultimo momento conseguiram fretar um vôo, portanto o avião estava quase vazio.
Lua sentou numa das primeiras poltronas, querendo ficar distante de Pedro e outros passageiros. Queria evitar mais aborrecimentos por causa de Pedro. Seu humor estava péssimo. Estava frustrada, ansiosa e estressada. Nada poderia ser pior.
Arthur sentou ao seu lado com cara de poucos amigos, mas logo suavizou o semblante quando olhou pra ela e viu a irritação em seu olhar. Não permitiu que ela falasse.
"Me desculpe. Eu não quis ser grosseiro, perdi a cabeça".
Ela continuou calada.
"Ei, Lu... me desculpa - Ele passou a mão no rosto dela delicadamente - Eu cedi as provocações do Pedrita, eu sinto muito.
Ela gargalhou diante do apelido, foi impossível não gargalhar.
Então ele se sentiu um pouco mais confiante e beijou-a.
Cobriu seus lábios num beijo profundo e completamente excitante. Estavam tão vulneráveis que o desejo acendeu instantaneamente.
"Ei, Lu... me desculpa - Ele passou a mão no rosto dela delicadamente - Eu cedi as provocações do Pedrita, eu sinto muito.
Ela gargalhou diante do apelido, foi impossível não gargalhar.
Então ele se sentiu um pouco mais confiante e beijou-a.
Cobriu seus lábios num beijo profundo e completamente excitante. Estavam tão vulneráveis que o desejo acendeu instantaneamente.
Arthur perdeu o controle em minutos só em sentir os lábios quentes dela sobre os seus. Agarrou seu rosto com possessividade intensificando o beijo e logo a puxou para si.
Lua correspondeu com o mesmo fogo, passou as duas pernas por cima dos joelhos dele ficando quase sentada de lado sobre seu colo e deixou que ele estreitasse sua cintura.
"Chega".
Ela disse ofegante.
Ele a olhou incrédulo.
"Por que?" - perguntou de uma maneira que lembrou um menino o qual a mãe proibira de fazer algo.
"Estamos num avião, não vou ficar de amassos com você na frente de todos".
“Mas...Lua...isso não é sério é?"
Ele tinha os olhos quase desesperados e ela tentou controlar o riso.
"Não estou brincando Arthur, é uma questão de moralidade, o que vão pensar de nós se olharem para cá e verem que estamos nos agarrando feito dois adolescentes com os hormônios a mil?"
Dane-se o que vão pensar - ele apenas pensou, não ousou dizer em voz alta. Ao contrario disso, choramingou:
"Lua, não pode me deixar assim, neste...estado".
Ela olhou de esguelha e viu o quanto ele estava excitado. seu ventre quase virou do avesso.
Mas aproveitando uma onda de ousadia que apossou-se dela, a loira de olhos castanhos esverdeados levou uma das mãos até a ereção dele e apertou.
Arthur gemeu entre dentes.
"Nossa...Sinto muito Arthur..."
Sarcasmo, esta ai algo que Arthur nunca pensou em ver em Lua Blanco.
"Lua..."
"Comporte-se Arthur, seja discreto".
Então arrancando forças sabe-se de onde, Lua apenas virou-se um pouco de lado, baixou a poltrona e cobriu-se com um cobertor disponível na prateleira de cima.
"Vou relaxar um pouco, você deveria fazer o mesmo".
Ainda olhou de relance para ele e viu a expressão incrédula em seu rosto antes de fechar os olhos.
Estava tão excitada quanto ele, mas descobriu que ver Arthur Aguiar necessitado, era um fetiche seu.
Arthur encarou-a por vários minutos. Quis acreditar que ela estava brincando, que abriria os olhos e riria dele, mas ela não abriu.
Sentia o corpo pulsar com exagero desmedido, sentia-se quase primitivo e sua vontade maior era pegá-la pelos cabelos e arrastá-la para o banheiro do avião onde mesmo sem espaço a faria sua até não sentir mais as pernas.
Balançou a cabeça com remorso do pensamento machista e rude que tivera, mas a imagem de Lua presa no cubículo do banheiro do avião e ele entre suas pernas quase foi sua ruína.
Seja discreto Arthur... - ela havia dito. Então ela queria descrição.
No mesmo instante a aeromoça parou com um carro de bebidas e ele escolheu um Whisky, olhou de esguelha e ela ainda tinha os olhos fechados. Estava brincando com ele, ele sabia disso. Então ele sentiu uma súbita vontade de dar-lhe o troco.
Mas seria discreto.
Olhou a aeromoça que ria insinuantemente para ele.
"Posso ficar com esta faca?" - perguntou.
A mulher nem estranhou o pedido inusitado, apenas assentiu.
Arthur pegou a faca do carrinho e dispensou-a. Depois virou-se para Lua que ainda estava de olhos fechados. Daria-lhe de troco, algo para que ela jamais esquecesse.
Ele embrenhou as duas mãos, uma delas ainda segurando a faca, por baixo do cobertor, tocou de leve a saia dela e sorriu, o pano era molinho, ele tinha passe livre.
Passou a mão pela extensão da perna dela, trazendo mesmo com dificuldade, a saia para cima, até conseguir chegar no elástico da calcinha.
Ela gemeu sonolenta, mas logo despertou quando sentiu uma pressão maior em sua peça intima.
"Arthur...."
"Não se mova - ele disse baixo - Precisamos ser discretos".
"O que está fazendo - ela perguntou alarmada sentindo o gelado da lamina em sua perna - O que é isso?"
"Shhh olhos lindos, vai chamar a atenção".
Com um puxão ela sentiu o elástico fino da peça que usava estourar.
"Arthur..."
Foi quase um soluço.
Mas ele não se deteve, simplesmente enlaçou sua cintura e puxou-a de uma vez sentando-a em seu colo, e apossando-se do outro elástico, arrancando-o da mesma forma.










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